20 de ago de 2012

Ore como se não pudesse salvar seus filhos, mas eduque como se pudesse

por Erik RaymondPostado por Carla Ventura em 08 de agosto de 2012 em Textos, Traduções
Erik Raymond
Erik Raymond
Meus filhos estão crescendo. Isso é permeado por toda sorte de emoções. A vida apresenta novos desafios e circunstâncias. Isso é verdade para quaisquer pais. Mas as coisas são um pouco diferentes para pais cristãos. Realmente cremos que nossos filhos não são cristão apenas porque nós somos. O paraíso não é um direito inalienável como votar aos 16 anos. Nossos filhos realmente têm que se acertar com o Deus do evangelho por eles mesmos.
Isso apresenta uma interessante série de circunstâncias para os pais. Temos uma responsabilidade, ou mesmo um mandato, de criar nossos filhos na “ disciplina e na instrução de Deus” (Efésios 6.4). Entendemos que nesse mesmo livro o  mesmo apóstolo diz que, antes da conversão, todos nós estamos mortos em pecado e que se não fosse o agir sobrenatural de graça e misericórdia de Deus, não seguiríamos a Cristo (Efésios 2.1-8). Então, o que fazer?

A perigosa armadilha

Acho que podemos cair em uma armadilha se não formos cuidadosos e reflexivos. Se você acredita que seus filhos não podem ser convertidos sem depender da ação soberana da graça na vida deles, você pode se tornar complacente em orar por eles e em ativamente evangelizá-los. Podemos começar a pensar que, já que eles não são  crentes, então o que você faz com as Escrituras e o que faz ajoelhado não é útil. Esse tipo de pensamento é tão perigoso quanto antibíblico.
A ordem de educar seus filhos não depende  da  receptividade deles. Pais e mães (especificamente os pais) não têm que pedir para ser o líder, eles já são. Sendo assim, portanto, são responsáveis.
“Espera um pouco…”, alguém pode dizer, “como Deus vai me responsabilizar por algo que eu não tenho competência de realizar por mim mesmo?”. É importante pensar sobre isso.

A verdade motivadora

Você está certo, você não pode salvar seus filhos. Mas Deus nunca chamou você para salvá-los. Você deve pastorear os corações deles com a palavra de Deus (Efésios 6.4; Deuteronômio 4.9; 6.7; 11.19). E você deve levar suas preocupações com a salvação deles ao trono da graça em busca de misericórdia e favor (Hebreus 4.16; 1 Pedro 5.6).  É por isso que você será responsabilizado.
Por favor, pense na horrível lógica de ser preguiçoso considerando que seus filhos não são convertidos e não têm interesse nas coisas da Bíblia. Sua desculpa então é que você é preguiçoso porque Deus é misericordioso e eles são pecadores? A primeira coisa que eu perguntaria a qualquer um dos meus  amigos Reformados é : “o que você está fazendo a esse respeito, pai?”
Então, o que você faz a esse respeito?
Posso resumir em uma frase: Ore como quem não pode salvar seus filhos, mas eduque como se você pudesse.
Não desista de orar por seus filhos. Carregue-os ao trono da graça diariamente enquanto suplica ao soberano e bom Deus do evangelho por misericórdia. E também seja fiel em trazer as Escrituras para o estudo habitual, instrução e aplicação na vida deles. Tenha devocionais em família regularmente. Mas também, não falhe em integrar a glória de Deus em todos os aspectos da vida e pensamentos. Traga a beleza incomparável de Cristo para ser influencia em tudo que for possível.
Esse é um trabalho árduo. É no entanto, o trabalho de fé, o trabalho de dependência e o trabalho de amor. É o trabalho do evangelho. É ser pai cristão. Você crê que Deus é misericordioso, que sua palavra é poderosa, e que ele tem um valor incalculável. Não podemos nos dar ao luxo de nos agarrar a desculpas esfarrapadas e mal concebidas quando falamos de coisa tão importantes como a glória de Deus, nossa responsabilidade diante dele e as almas de nossos filhos.
Então, ao trabalho, no lugar de oração e na mesa da cozinha; fale de Cristo a eles e deles a Cristo!
Traduzido por Carla Ventura | iPródigo.com | Original aqui
Fonte: [iPródigo]

9 de ago de 2012

Pais, não irritem seus filhos

por Dave BruskasPostado por Filipe Schulz em 04 de novembro de 2010 em Textos, Traduções
Dave Bruskas
Dave Bruskas
Existem dois textos no Novo Testamento que falam diretamente aos pais: Efésios 6.4 e Colossenses 3.21. Curiosamente, eles começam da mesma forma: “Pais, não irritem seus filhos”
Esse par de versos destaca a ameaça mais sérias que um pai cristão pode oferecer às suas crianças: provocá-los ou irritá-los ao ponto de desencorajá-las. Como pai, tenho descoberto dois caminhos que sou inclinado a andar quando irrito minhas quatro meninas: perfeccionismo e passividade.

Perfeccionismo

Eu desejo desesperadamente que as minhas garotas se tornem mulheres cristãs maduras. Quero que elas sejam mulheres que pensem, sintam, ajam e falem como Jesus.
Assim, eu irrito minhas filhas ao ponto de desencorajá-las quando espero que elas sejam perfeitas agora, com suas próprias forças, tentando sempre ir além do que podem.
Certa vez, em um jantar em família com um convidado, uma das minhas filhas reclamou do sabor da comida de uma forma extremamente desagradável. Eu nunca tinha ouvido ela usar aquela palavra que ela falou. Fiquei perplexo, minha esposa ficou constrangida, e o convidado apenas deu um sorriso amarelo. Ela então se desculpou de forma sincera e pediu perdão. Mas eu resisti. Queria que ela fosse castigada. Mas ela me lembrou, respeitosamente, que Jesus era mais que seu perdoador; ele era o próprio perdão. Eu estava tentado com muita força desencorajá-la, mas ela se recusou a se irritar.
A perfeição, no sentido de ser completamente como Jesus, é o objetivo final. Mas a perfeição nunca vem pelas nossas forças, nem é alcançada completamente nessa vida (1 João 1.8).

Passividade

O extremo oposto do perfeccionismo é a passividade. A passividade é a atitude fatalista: “Como é Jesus quem vai mudar o coração da minha filha, não há nada que eu possa fazer além de orar, assistir e esperar que o melhor aconteça”. Esse erro ignora completamente o mandamento aos pais em relação aos seus filhos em Efésios 6.4: “criem-nos segundo a instrução e o conselho do Senhor”. Esse é o outro lado da moeda da passividade: há muito o que fazer!
Tradicionalmente, eu levo cada uma das minhas filhas a um retiro espiritual de pai e filha no verão, quando elas estão mais ou menos entre a 5ª e a 6ª série. A mais nova já está começando a 7ª série, mas ainda não viajamos. Toquei nesse assunto outro dia, comentando que mais um verão havia passado, que estava triste, e que esperava que isso acontecesse em breve. Ela me respondeu: “Eu também estou triste, papai. Mas eu não posso dirigir, e eles não me deixam comprar passagens de avião sozinha. Só estou dizendo.” Ela estava certa. A viagem dependia completamente de mim, e a minha passividade em planejá-la estava desencorajando-a.

Pregando para mim mesmo

Se eu quero ser o pai que Jesus me chamou para ser, de acordo com Colossenses 3.16, isso deve vir da Palavra de Cristo viva em mim. A tarefa mais importante que eu encaro diariamente ao criar minhas filhas é pregar o evangelho para mim mesmo, deixando para trás meus pecados de perfeccionismo e de passividade, e ao invés disso, confiando na obra perfeita de Jesus para alcançar perdão e obediência. Apenas assim eu deixarei de irritar minhas filhas ao ponto de desencorajá-las e começarei a ensiná-las nos caminhos do Senhor.
Traduzido por Filipe Schulz | iPródigo.com
Fonte: [iPródigo]

7 de ago de 2012

Reabrindo a Caixa Preta de Darwin


A Chancelaria da Universidade Presbiteriana Mackenzie promoverá o IV Simpósio Internacional Darwinismo Hoje nos dias 22 a 24 de outubro em seu auditório nobre, o Ruy Barbosa. Este ano o palestrante internacional será o conhecido Dr. Michael Behe.

Michael Behe é bioquímico norte-americano, professor-adjunto de bioquímica da universidade de Lehigh, Pensilvânia. Inicialmente, ele aceitava os conceitos da teoria geral da evolução. Todavia, após leitura do livro de Michael Denton, Evolução, Uma Teoria em Crise, passou a questionar a teoria Darwinista. Mais tarde, Behe veio a acreditar que havia evidências, no nível molecular, de que os sistemas biológicos são "irredutivelmente complexos". Estes sistemas não poderiam, mesmo no princípio ter evoluído pela seleção natural e sim inteligentemente projetados. Estas evidências o levaram a entender que a única explicação possível e alternativa à teoria geral da evolução para a existência de tais estruturas era a intencionalidade inteligente com propósitos racionais e finalísticos, ao contrário da escalada aleatória da teoria da evolução.

Behe publicou o livro A Caixa Preta de Darwin, onde apresenta as suas idéias, e que se tornou um clássico do Design Inteligente. Este livro está esgotado, mas será republicado e lançado durante o evento no Mackenzie.

Estão convidados palestrantes evolucionistas para apresentar o lado do Darwinismo e interagir com Dr. Behe, como manda o ambiente universitário aberto ao contraditório e ao debate.

As inscrições ainda não estão abertas, mas já reserve em sua agenda, pois são limitadas as vagas.

Fonte: [O Tempora, O Mores]

4 de ago de 2012

Conselhos preciosos contra as armadilhas de Satanás

por Kevin DeYoungPostado por Filipe Schulz em 27 de setembro de 2010 em Textos, Traduções
Kevin DeYoung
Kevin DeYoung
Então ouvi uma forte voz dos céus que dizia: “Agora veio a salvação, o poder e o Reino do nosso Deus, e a autoridade do seu Cristo, pois foi lançado fora o acusador dos nossos irmãos, que os acusa diante do nosso Deus, dia e noite. Eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do testemunho que deram; diante da morte, não amaram a própria vida.” (Apocalipse 12.10-11)
Satanás é um acusador e um enganador. Em ambos os casos, suas armas são as palavras, e é por isso que devemos combatê-lo com a palavra de nosso testemunho.
Em outras palavras, é através de nossa crença no Evangelho e nossa confiança no poder de Jesus Cristo que nós podemos enfrentar seguros as mentiras e acusações de Satanás. E é pela verdade da palavra de Deus – na qual nos baseamos e acreditamos mesmo diante da morte – que podemos expor e destruir os enganos do Enganador. É assim que batalhamos, com a espada do espírito, a palavra de Deus.
Assim, quando Satanás sussurrar “Será que Deus pode realmente te perdoar? Seus pecados podem mesmo ser esquecidos?”, você responde com confiança: “Portanto, agora já não há condenação para os que estão em Cristo Jesus porque por meio de Cristo Jesus a lei do Espírito de vida me libertou da lei do pecado e da morte.” (Romanos 8.1-2)
Quando o Diabo diz que a sua situação não tem solução, quando ele te chama de escravo e diz que você não é capaz de mudar, você pode responder: “Quem é dominado pela carne não pode agradar a Deus. Entretanto, vocês não estão sob o domínio da carne, mas do Espírito, se de fato o Espírito de Deus habita em vocês. E, se alguém não tem o Espírito de Cristo, não pertence a Cristo.” (Romanos 8.8-9)
E quando Satanás sugere que não importa como vivemos, que a graça e a liberdade são desculpas para fazermos o que quisermos, devemos responder: “Pois se vocês viverem de acordo com a carne, morrerão; mas, se pelo Espírito fizerem morrer os atos do corpo, viverão” (Romanos 8.13)
E quando nosso Inimigo aponta para nosso sofrimento e diz “Olha, Deus não é confiável. Certamente, não te adianta de nada servir a esse Mestre”, nós iremos informá-lo que “Considero que os nossos sofrimentos atuais não podem ser comparados com a glória que em nós será revelada.” (Romanos 8.18)
E se Satanás tentar nos fazer acreditar que Deus está nos causando dor de propósito, vamos lembrá-lo que “Sabemos que toda a natureza criada geme até agora, como em dores de parto.” (Romanos 8:22)
Se ele espalhar a mentira de que nossos problemas irão acabar conosco, que Deus não pode nos ajudar, declararemos “Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam” (Romanos 8.28)
E quando ele nos mostrar nossa fraqueza, quando ele apontar os fracassos da igreja, quando ele nos acusar de termos decepcionado Deus e nos fazer duvidar do poder do Evangelho e do triunfo final dos santos, quando ele vir a nós com palavras e com todas as armas do mundo, nós nos levantaremos com um brado desafiador: “Mas, em todas estas coisas somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou. Pois estou convencido de que nem morte nem vida, nem anjos nem demônios nem o presente nem o futuro, nem quaisquer poderes, nem altura nem profundidade, nem qualquer outra coisa na criação será capaz de nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus, nosso Senhor.” (Romanos 8.37-39)
Satanás está louco para destruir a igreja. Ele expele acusações perversas como um dragão, e sussurra enganos como uma serpente. Ele está perseguindo a mulher e o seu filho. Mas a salvação, e o poder, e o reino pertencem a Deus e a Cristo, nosso Rei. E nós iremos vencer o diabo, pelo sangue do Cordeiro e pela palavra de nosso testemunho.
Traduzido por Filipe Schulz | iPródigo.com
Fonte:[iPródigo]

1 de ago de 2012

Como assistir aos Jogos Olímpicos


Por  David Mathis
A Bíblia tem algo a dizer sobre os Jogos Olímpicos.
“Todos os que competem nos jogos”, escreve o apóstolo Paulo, “se submetem a um treinamento rigoroso, para obter uma coroa que logo perece; mas nós o fazemos para ganhar uma coroa que dura para sempre” (1 Co 9:25 NVI). John Piper comenta:
“Quando Paulo escreveu estas palavras aos cristãos de Corinto, ele assumiu que todos eles conheciam os jogos. Os Jogos Olímpicos se deram ntaa Grécia a cada quatro anos sem interrupções desde 776 a.C. até que foram suspendidos em 393 d.C. pelo imperador Teodósio I. Isso representa 1.169 anos. Todos conheciam sobre os jogos. E todos, hoje, conhecem os jogos.”
Porque as Escrituras Cristãs mencionam os jogos? Para nos ajudar a melhorarmos a forma que assistimos as Olimpíadas nestas duas semanas ao abrir os nossos olhos para o que elas têm a dizer sobre Deus, o Evangelho e a Vida Cristã.

Transpondo as Olimpíadas

O bom britânico C.S. Lewis (que ficaria feliz em ver Londres sediar os jogos) chamaria isso de “transposição” – tomar os Jogos Olímpicos, com todo seu engajamento e entretenimento, e enxergar através deles e além deles as realidades últimas que eles apontam neste mundo criado por Deus, como uma mola propulsora nos impulsionando ensinos sobre a redenção em cada turno.
Piper continua: o apóstolo Paulo tomou os conhecidos Jogos Olímpicos e
“ensinou aos cristãos como transpô-los para um nível diferente e como ver nos jogos uma realidade muito diferente do que todos estão vendo. Ele disse, de fato, ‘Os jogos são disputados neste nível de realidade. Eles correm neste nível. Eles se encaixam neste nível. Eles treinam, praticam e negam a si mesmos neste nível. Eles estão de olho no ouro neste nível’.
Agora, eu quero que vocês vejam tudo só que em outro nível. Eu quero que vocês transponham as lutas e os triunfos temporários dos Jogos Olímpicos para um nível diferente de realidade — o nível de vida espiritual, de eternidade e de Deus. Quando vocês virem os atletas correrem, enxerguem outro tipo de corrida. Quando vocês os virem lutando, enxerguem outro tipo de luta. Quando vocês os virem treinando e negando a si mesmos, enxerguem outro tipo de treino e autonegação. Quando vocês os virem sorrindo com uma medalha de ouro em volta do pescoço, enxerguem outro tipo de prêmio.
Isso é o que Paulo fez neste texto [1 Coríntios 9:23-27] para os cristãos de Corinto; e é isso que eu estou tentando fazer… para vocês. Eu quero que vocês transponham o que veem e ouvem para uma classe diferente. Cada vez que vocês ligarem a televisão, eu quero que ouçam Deus falando com vocês através dos jogos. Se eu entendi o que Paulo fez neste texto, os jogos… devem ser vistos e ouvidos pelos cristãos como um tremendo impulso para lutarem a batalha da fé e correrem a corrida da vida com nada menos do que paixão e perseverança olímpicas…
Você verá nos [Jogos Olímpicos] nesta semana o caminho da disciplina e da dor que os atletas estão dispostos a perseguirem por uma medalha de ouro e uma hora da glória do louvor humano. Eu os exorto a, quando assistirem os jogos, transporem o que vocês veem para a realidade última. Acima de tudo, lembrem-se: o que Deus oferece a vocês e as promessas feitas para vocês no evangelho, no prêmio e na coroa são dez mil vezes mais valiosas que todo o ouro…”
Por David Mathis © 2012 Desiring God Foundation. Usado com permissão. Website em português: www.satisfacaoemdeus.org. Original: How to Watch the Olympic Games
Tradução: Vinícius Musselman Pimentel – Editora Fiel © Todos os direitos reservados
Fonte: [Blog Fiel]

Algumas armas comprovadas na luta pela santidade

por John PiperPostado por Natália Moreira em 17 de julho de 2012 em Textos, Traduções

John Piper
Quando Paulo diz para mortificar os feitos do corpo “pelo Espírito” (Romanos 8.13), entendo que ele quis dizer que devemos usar a única arma da armadura do Espírito usada para matar. A saber, a espada, que é a Palavra de Deus (Efésios 6.17).
Portanto, quando o corpo está prestes a ser conduzido a uma ação pecaminosa por algum medo ou desejo, nós devemos pegar a espada do Espírito e matar esse medo e esse desejo. Na minha experiência, isso significa principalmente cortar a raiz da promessa do pecado pelo poder de uma promessa superior.
Assim, por exemplo, quando começo a desejar algum prazer sexual ilícito, o golpe de espada que tem frequentemente cortado a raiz desse prazer prometido é: “Bem-aventurados os limpos de coração, porque verão a Deus” (Mateus 5.8). Eu recordo os prazeres que senti de ver a Deus mais claramente com uma consciência pura; e recordo a brevidade, superficialidade e o gosto opressor que fica depois dos prazeres do pecado, e, com isso, Deus mata o poder conquistador do pecado.
É lindo ser o instrumento do poder da Palavra de Deus para matar o pecado.
Ter promessas à mão que se adéquam à tentação do momento é uma chave para uma guerra bem sucedida contra o pecado. Mas há momentos nos quais não temos uma palavra vinda de Deus perfeitamente adequada em nossas mentes. E não há tempo para procurar na Bíblia por uma promessa feita sob medida.
Por esse motivo, todos nós precisamos ter um pequeno arsenal de promessas pronto para ser usado sempre que o medo ou o desejo ameaçar nos desviar.
Aqui estão algumas das minhas mais comprovadas armas:
1. “Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou o teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a minha destra fiel.” (Isaías 41.10).
Creio que tenho matado mais dragões em minha alma com essa espada do que com qualquer outra. É uma arma preciosa para mim.
2. “Aquele que não poupou o seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou, porventura, não nos dará graciosamente com ele todas as coisas?” (Romanos 8.32).
Quantas vezes não tenho sido persuadido na hora da provação por esse verso de que a recompensa pela desobediência nunca poderia ser melhor do que “todas as coisas”!
3. “Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra… E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século.” (Mateus 18.18,20)
Quantas vezes eu tenho fortalecido meu enfraquecido espírito com a garantia de que o Senhor do céu e da terra está comigo hoje tanto quanto estava com seus discípulos na Terra!
4. “Invoca-me no dia da angústia; eu te livrarei, e tu me glorificarás.” (Salmo 50.15).
O que faz dessa arma tão convincente é que, quando o Senhor me ajuda, cria-se uma ocasião para que eu O glorifique. Combinação incrível. Eu recebo a ajuda, Ele recebe a glória!
5. “E o meu Deus, segundo a sua riqueza em glória, há de suprir, em Cristo Jesus, cada uma de vossas necessidades.”(Filipenses 4.19).
O contexto é financeiro e material. Mas o princípio é absoluto. Aquilo que realmente necessitamos (não o que queremos) será garantido. E do que realmente necessitamos? Necessitamos daquilo que devemos ter para fazer a vontade de Deus. Aquilo que precisamos ter para magnificar nosso Salvador. É isso que nos será dado conforme confiarmos nEle.
Esteja constantemente aumentando seu arsenal de promessas. Mas nunca perca de vista aquelas que Deus já usou para abençoar sua vida. Faça as duas coisas. Esteja sempre pronto com as antigas. E toda manhã procure por uma nova para levar consigo durante o dia.
Traduzido por Natália Moreira | iPródigo.com | Original aqui

Fonte: [iPródigo]
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