27 de jun de 2012

5 dicas para se ensinar o CRIACIONISMO na Escola Bíblica Dominical



“O que ouvimos e aprendemos, o que nos contaram nossos pais, não o encobriremos a seus filhos; contaremos à vindoura geração os louvores do SENHOR, e o seu poder, e as maravilhas que fez”. (Sl 78.3,4)
Pais e professores de Departamento Infantil: pesquisem, estudem, reúnam material e comecem a transmitir a fé criacionista para os seus filhos, pois muitos virão tentando transmitir a fé neodarwinista (sim, é preciso também ter fé para crer em tudo que eles ensinam…) para os seus pequeninos.
CINCO PONTOS IMPORTANTES PARA VOCÊ:
    1. Mostre aos seus filhos e alunos de EBD que eles um dia ouvirão falar que o mundo e tudo o que nele há não foi criado por Deus, mas sim é resultado de um processo evolutivo; fruto ‘do acaso’ e por acaso. Fale um pouco sobre e teoria evolucionista para eles. Fazendo isso, o benefício será que eles não ficarão com a impressão de que algo lhes foi escondido, quando ouvirem pela primeira vez sobre a filosofia pseudocientífica neodarwinista. É triste para qualquer um ficar com a impressão “esconderam-me algo”, e isto poderá acarretar em interpretações, do tipo: “se os meus pais ou professores de EBD esconderam-me algo, é porque a minha fé não se sustenta”… Agindo assim, você também quebrará e muito o “efeito novidade” do professor que vier ensinar com entusiasmo sobre a evolução;
    2. Informando bem, pais e professores de EBD também evitarão “o novo” que gera desconforto para o menino e para a menina crente, em sala de aula. Lembro-me de nunca ter recebido informação bíblico-científica sobre a Criação, e quando tive contato pela primeira vez com a “Ciência nos moldes darwinista” como me foi passada, foi mesmo um choque! Aquilo era “Ciência” e a minha fé, era o que? Um conto? Pais e professores, abasteçam-se de todo bom material que temos hoje, em forma de livros e de pesquisas sobre o Criacionismo na internet. Informem o suficiente, para que seus filhos e alunos não passem por desconfortos. Neodarwinismo não é Ciência. Darwinismo também não é ciência. É teoria. E deve ser visto, tratado e honestamente repassado com tal.
    3. O ditado popular informa: “quem avisa, amigo é”. Impressionante é o fato que muitos professores evolucionistas vibram mais com a teoria que creem, do que pais e professores criacionistas o fazem. E neste aspecto, para a vida de uma criança, não tem outra: quem mais vibrar, mais e melhor contar/narrar, cativará. Aqui, não é um jogo de “quem conta melhor”, mas uma questão bem mais séria: quem realmente crê. Se você, pai/professor de EBD apresenta muito bem fatos da Criação e como a Ciência e cientistas de nome e renome também creem e ensinam – que Deus criou todas as coisas, não haverá ‘professor entusiasmado, de linha ateísta ou agnóstica no mundo, que cative seu filho/aluno, mais do que você.  Avise antes. Avise bem.
    4. Mostre que nem todos acreditam como o Darwinismo ensina. Apresente fatos de rejeições a esta linha, da parte de cientistas que também não são cristãos. São homens da Ciência, e pela Ciência mesmo, descartam tal teoria. O sitehttp://www.dissentfromdarwin.org/index.php ,por exemplo, apresenta uma lista de Doutores em diversas áreas da Ciência que assinam contra o Darwinismo. Isto quebra, e muito, o arrogante ar de intelectualidade onde a teoria tenta se apoiar.

Confira o lançamento
de Adauto Lourenço
  1. Desmonte com sabedoria o ar de “intelectualidade” que esta teoria empresta. Mostre que pensar diferente de um darwinista não é ser um bobo, ou que a sua fé não é anti-intelectual. Como dizia (e escrevia John Stott), “crer é também pensar”. Municie-se de bom material e conteúdo. A Editora Fiel lançou vários títulos que fazem bem à fé criacionista. Recomendo (no final tem uma lista[1]). Entre em sites que defendem a nossa fé (também, no final, apresento alguns[2]). Leia bons livros e artigos; monte uma biblioteca sobre o assunto em sua casa e na sua igreja. Participe de congressos (indico também as palestras “Darwinismo Hoje[3]”, promovidas pela Universidade Mackenzie, no final). Nossa fé tem sentido, sim. A Ciência neutra e inteligente, não desmente o Criacionismo. Estuda fatos e reconhece seus limites. Nossa fé não teme a Ciência, porque o nosso Grande Deus é o Deus de toda Ciência!
Autores que não são cristãos têm vindo a público demonstrar a insustentabilidade do Darwinismo. Nomes como Phillip Johnson escreveram livros demonstrando as fraquezas e os fracassos do sistema darwinista (Johnson é autor do livro: “Darwin no Banco dos Réus”, respectivamente).
O Dr. Marcos Eberlin, Professor Doutor na UNICAMP disponibilizou um material prático em forma de web-book na internet, demonstrando o Desing Inteligente, resultado de excelente projetista que planejou com sabedoria e Poder o Universo. Dê uma olhada: http://www.fomosplanejados.com.br/
Como disse no início, vocês não estarão sozinhos, crendo, amando e professando o Criacionismo. Sua fé bíblico-científica não é oca e nem tola. Adeptos do Criacionismo científico afirmam coerência na fé em Deus. Entre eles, o Dr. Albert Einstein: “…Eu quero saber como Deus criou este mundo. Não estou interessado neste ou naquele fenômeno, no espectro deste ou daquele elemento. Eu quero conhecer os pensamentos Dele, o resto são detalhes”.

[1] Você pode ver uma relação completa dos livros sobre criacionismo neste link: http://bit.ly/MKthse


Sua vez:
Você ensina sobre o criacionismo na EBF? Se sim, como? Se não, acha que estas dicas poderão ajudá-lo?

Fonte: [Blog Fiel]

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